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Família de Aluguel
Família de Aluguel parte de um fenômeno que existe no Japão: empresas especializadas em fornecer familiares, amigos ou acompanhantes para desempenhar papéis temporários na vida de pessoas. Mais do que o namorado falso ou o amigo para a festa… são o noivo que realmente casa, o jornalista que simula entrevista com um escritor esquecido, o convidado para um velório fictício. O filme usa essa prática cultural com casos extremos e discute pertencimento, identidade e a necessidade humana de criar vínculos.
Risa e o Telefone do Vento
DISPONÍVEL NA NETFLIX O cinema argentino mais uma vez demonstra sua capacidade de emocionar sem recorrer a grandes artifícios. Risa e o Telefone do Vento é um filme delicado, sensível e construído com uma simplicidade que faz sua história ganhar ainda mais força. A trama acompanha Risa, vivida com muita naturalidade por Elena Romero, uma menina que tenta lidar com a perda do pai após descobrir uma misteriosa cabine telefônica capaz de conectá-la ao mundo dos mortos. O filme aborda
Eternos
Poucos filmes da Marvel dividiram tanto o público quanto Eternos. A proposta de apresentar um grupo completamente novo de heróis, com milhares de anos de história, era ambiciosa. O problema é que a execução transforma essa ambição em um filme excessivamente lento. Durante aproximadamente a primeira hora, o longa preocupa-se apenas em apresentar seus dez protagonistas, suas personalidades e suas relações. Como são muitos personagens e pouco tempo para desenvolver todos de forma equilibrada, a narrativa avança de maneira arrastada.
Lightyear
Durante anos, muitos fãs imaginaram que um filme solo de Buzz Lightyear seria a oportunidade perfeita para conhecer melhor um dos personagens mais carismáticos da franquia Toy Story. Mas Lightyear consegue ir por outro caminho, um caminho pior. O longa não conta a história do boneco Buzz Lightyear que aprendemos a amar nos filmes da Pixar. Em vez disso, apresenta a história do patrulheiro espacial fictício que, dentro do universo de Toy Story, teria servido de inspiração para a criação
As Marvels
As Marvels consegue um feito raro: começar de maneira tão ruim que faz o espectador se perguntar se entrou na sessão certa. As primeiras cenas, especialmente no planeta dos Kree, têm uma estética que lembra produções televisivas dos anos 1970, com cenários artificiais e efeitos que, em vez de transmitirem grandiosidade, acabam evocando algo próximo de Chapolin Colorado. Mas se fosse apenas o começo… estaria bom. Continua ruim com o passar o tempo. O ponto mais difícil de defender é
Toy Story 5
É impressionante como uma franquia que começou há mais de 30 anos ainda consegue encontrar histórias para contar sem perder sua essência. A cada novo filme, existe sempre a dúvida sobre a necessidade de continuar uma história que já teve finais tão bons. Mas Toy Story, mais uma vez, encontra um caminho para justificar sua volta. O novo filme – Toy Story 5 – preserva o humor, a emoção e, principalmente, a capacidade de falar com crianças e adultos ao
A Vida de Chuck
Em tempos de filmes grandiosos, barulhentos e frequentemente esquecíveis, A Vida de Chuck escolhe o caminho oposto. É uma obra delicada, emocionante e surpreendentemente original, que transforma a história de um homem comum em uma reflexão universal sobre memória, amor, perda e tudo que dá sentido à existência. Baseado em livro de Stephen King, o filme dirigido por Mike Flanagan (A Maldição, Doutor Sono, Missa da Meia-Noite) surpreende justamente por se afastar do terror que consagrou tanto o escritor quanto
O Mandaloriano e Grogu
O Mandaloriano e Grogu é um longa feito para os fãs da série. E aí reside seu maior problema: quem espera uma aventura cinematográfica capaz de se sustentar sozinha pode sair do cinema com a sensação de ter assistido a um episódio esticado, repleto de referências e dependente do que veio antes. Há ação, efeitos especiais e o carisma já conhecido de Grogu. Mas o filme aposta excessivamente em uma fórmula previsível. A trama avança por caminhos bastante clichês, alternando
Criaturas Extraordinariamente Brilhantes
DISPONÍVEL NA NETFLIX Criaturas Extraordinariamente Brilhantes é uma pequena fábula sobre solidão e luto. Parte da inesperada visão de Marcellus, o polvo, dublado por Alfred Molina, que acompanha, dentro de um aquário, os humanos que por ele passam. O filme acerta ao não ter pressa. Constrói personagens imperfeitos, mas profundamente humanos, e encontra em Marcellus um observador sagaz. Há delicadeza, humor e emoção na medida certa. Sob o olhar de Marcellus estão Cameron, interpretado por Lewis Pullman, um jovem sem
Mestres do Universo
Que roteiro bem construído o de Mestres do Universo! Pelo menos para um homem de 47 anos, é incrível. Nostalgia pura, mas além. O escrito por Chris Butler, Aaron Nee e Adam Nee é uma alegria para quem assistiu a He-Man nos anos 1980, encaixando até o que sempre foi, digamos, ridículo. Aí está o principal ponto. O novo filme da Sony é um deleite que não se furta a tirar sarro de pontos como o herói aparecer de tanga

